¡Tchau Radar!


Por ti...

Eu acordaria mais cedo, apenas pra te olhar por mais tempo...
Eu veria graça no que sempre pareceu vazio
Eu teria um motivo forte pra sorrir o dia todo
Eu seria a pessoa mais feliz do mundo no fim da tarde, ao te ver
Eu te levaria pra jantar, passearia por onde quisesses
Eu faria sozinho o jantar surpresa, pra comemorar uma data qualquer
Eu te acordaria no meio da noite com milhares de beijos, em agradecimento por estar ao meu lado
Eu te levaria o café na cama nos dias em que não se sentisse bem
Eu trocaria meu almoço por uma chance de te ver, e te dar flores
Eu passaria os momentos tristes do teu lado como anjo da guarda
E faria dos momentos felizes uma forma de te agradecer
Acordaria, veria, teria, seria, faria, acordaria, levaria, trocaria, passaria...
Porque um dia, SEREI aquele que irá te mostrar o mundo
E fazer parte do teu, também...

Escrito por pseudo poeta anônimo às 04h18
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Linda

Linda como um nascer de sol
Olhos lindos como se refletissem tudo que há de bom
Olhar lindo como se dissesse tudo
Sem precisar dizer nada...

Linda como um pôr do sol
Se escondendo, mesmo que num dia frio
Como quem cobre o rosto, com vergonha...
Que sorri timidamente, dizendo mil palavras doces
Que demonstra tudo que é sem esconder
Apenas com seu jeito lindo
De agitada a cabisbaixa, de entediada a criatura mais meiga do mundo

Linda como as flores mais lindas
Que também tem seu perfume, o mais apaixonante
Que por trás de tudo o que é lindo
Guarda as mais belas palavras, os mais belos sentimentos

Linda como tudo o que não tem explicação
E não devo escrever, nem dizer
[A não ser que seja olhando em seus olhos...]
Linda... Linda... Linda...
No mais perfeito sentido da palavra
Apaixonante.

Escrito por pseudo poeta anônimo às 04h16
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Sonho/Madrugada

Esta madrugada eu vou dormir só, como sempre
Esta madrugada eu levar o frio e os medos todos pra mim
Esta madrugada eu vou passar longe de ti, como muitas que ainda virão
Esta madrugada eu também vou levar a imensa dor de não estar contigo
Esta madrugada eu vou querer levar todos seus pensamentos comigo
Esta madrugada eu espero, vou descansar e ir pra junto de ti
Esta madrugada, como tantas outras, eu gostaria de estar apenas contigo
Esta madrugada o peito me aperta de tanta vontade de te ter na minha frente
Esta madrugada, fria e cruel, me leva pra ainda mais longe
Esta madrugada me faz lembrar de cada detalhe seu
Esta madrugada eu espero ir pra junto de ti
Esta madrugada, ao menos, e em sonhos
O sonho não é a madrugada, és tu...
O sonho não é nada perfeito nem surreal
O sonho é apenas tu... Do meu lado
[Dia após dia]

Escrito por pseudo poeta anônimo às 03h42
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Humanos?

É realmente desapontante ver a quanta andamos
Nós, "seres evoluídos"
Que mentimos, armamos farsas, dissimulamos e omitimos tantas coisas
Muitas vezes, é bem verdade, só enganamos a nós mesmos
E por um curto período de tempo ainda
Nós compactuamos com mentiras de amigos, e por aí vai

O lado ruim da coisa é quando as máscaras caem
Quando vemos um rosto triste
Arrasado...
Quando temos que secar mais uma lágrima
E, por mais que se tente ajudar a todos
Acabamos ajudando mesmo é a semelhar a mentira e o desapontamento
Eu me sinto um lixo
O ser "humano" é um lixo
E as poucas pessoas que não merecem
São as que sofrem...
E, irremediavelmente, ou como um imã
Estou lá eu na hora da lágrima
E, mais ainda, me sinto incapaz porque não posso estar lá

E, sim, eu também sou um espécime a se repudiar
Porque as vezes quero ver todos felizes...
E esqueço que alguém sempre tem que sobrar
Vou fazer de tudo pra que esse seja EU MESMO.
Detesto, detesto com toda minha alma
Ver quem não tem nada a ver pagar o pato
Eu sou responsável por isso
A partir do momento que quero ver todos bem
E isso não existe...

Escrito por pseudo poeta anônimo às 01h35
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[doce] fantasma

Doce fantasma...
Me volta a assombrar os sonhos do nada?
Me faz pensar em coisas que não posso
Ao mesmo tempo que se mostra renovada
Quer me tirar da escuridão, essa que tanto aprecio
Ou quer o que?
Doce fantasma, bela como sempre
Vai voltar de vez pra minha vida
E mudá-la de novo?
Lá vamos nós, de novo!

Escrito por pseudo poeta anônimo às 02h41
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Manifesto

Muito tempo passou desde o último post...
Muita coisa mudou também, desde então
Principalmente EU...
Mudei o jeito de pensar, de agir, de ser
Não digo que tenho orgulho, muito pelo contrário
Mas conforme os anos passam vamos ganhando mais responsabilidades
Não importando se temos ou não a capacidade disso...
Não digo que a vida piorou, nem que melhorou, apenas endureceu
E vejo hoje que muita gente ainda não entende minhas mudanças
E ainda questionam o porquê disso
...
Cada um sabe que em algum momento é preciso mudar
E nem sempre é algo fácil
MAS... Tive amigos que me ajudaram nisso
Para tanto, tive que "deixar de lado" alguns hábitos antigos
Entre eles, de ser extremamente detalhista em relação à minha vida
Antigamente, eu falava tudo a todos
Estava errado...
Hoje eu falo apenas o que me interessa
E mesmo quando preciso de alguém, me recuso a isso.
[É a penitência que eu mesmo me impus e que acho justa]


Agora, volta e meia "fantasmas" do passado vêm me visitar...
Talvez vestígios da pessoa que eu fui um dia
Que foi capaz de produzir belíssimas palavras
Cuidadosamente encaixadas, sempre com um propósito bem claro!
Felizmente minha fase de enganador já passou!
Hoje pelo menos sou sincero e honesto em relação a quem eu sou
Mas algumas pessoas que me conheceram antes disso
Ainda acham estranho todas essas mudanças...
Não entendem, não sabem nem como questionar o porquê disso
Bem, essa é uma resposta...
Os fantasmas até conseguem me derrubar ainda
Mas estão cada vez mais perdendo força...
Não voltarei a ser aquilo, por mais que algo me martele a cabeça
Não deixarei o que me resta de consciência pura me influenciar
Nem serei enganado por um frágil órgão que bombeia o sangue
E que, metaforicamente, é responsável pelas maiores cagadas que fazemos...
Foda-se o que há de antigo no meu modo de agir
Hoje só quem merece recebe o meu melhor
E isso se resume aos amigos e à família


Mudei porque foi necessário
E, acreditem, se não tivesse feito isso
Não saberia quão valiosas minhas amizades seriam!
Quem diria que eu seria sarcástico?..
Que flertaria com o surreal, brincaria com o sagrado e o profano
E que risse de tudo isso
Quem diria que eu premeditaria uma má ação, apenas por dar o troco
Que faria da minha vida um dia após o outro
Uma chance nova de aproveitar mais e mais...
Pois fiz tudo isso e continuarei fazendo
Não me orgulho nem muito menos me arrependo!
Hoje sei o sentido de "viver"
Logo o tempo vai passar e eu não vou deixar de fazer o que quero
Se eu for pro inferno, não terá sido por ingenuidade!!!

Escrito por pseudo poeta anônimo às 01h38
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Cap. 5 - Sonho?..

Ele levantava de sua cama. Mas não era a sua exatamente. Olhou para os lados e percebera que havia alguém ali, junto com ele. Alguém que estava tomando um banho com a porta entreaberta. Reconheceu logo depois, que era o apartamento dela, algo que após dez anos ele já não se lembrava dos detalhes.
Não conseguia se lembrar da noite anterior. Teria bebido demais?.. Ambos gostavam muito de Vinho, e sempre que jantavam juntos bebiam ao ponto de ficarem eufóricos...

Decidiu tomar um café rápido, não sabia como reagir quando a visse. Não demorou para ela aparecer na cozinha secando os cabelos e vestida para sair. Deu a ele um beijo, dizendo "Bom dia, dorminhoco!". Ele a abraçou mas não sabia como reagir. Falou pouco, tomou o café e disse que precisava sair rápido. Ela estranhou um pouco, mas disse a ele que ligava para combinar sobre o encontro a noite.

Ele saiu rápido e pensando. Não sabia aonde ir. Que dia era aquele?.. Teria que ir ao trabalho?..
Mas a pergunta que mais se fazia era como os dois estavam juntos. Voltou para sua casa e olhou o telefone por horas, com medo de ligar para ela. Numa dessas horas de indecisão ele tocou, e era o tal telefonema que ela tinha dito.
Seria uma data especial, porém ele não se lembrava qual, e procurou não demonstrar isso a ela. Se falaram por cerca de dez minutos, e ele pôde se recordar do quão doce ela era e como era bom conversar com ela. Sentiu a vontade de vê-la, e estava mesmo disposto a comemorar com ela... Mas, teria ele um presente?..

No fim da tarde e começo da noite, ele saiu para buscá-la, com a esperança de que se lembraria de que comprara algo para ela. Pegou-a em seu apartamento e saíram para o local combinado, um restaurante fino. A noite prometia.
Ao entrarem no carro a beijou no rosto e disse que estava linda. Ela agradeceu, afagando seus cabelos e passando a mão sobre o Paletó, no ombro.

Nesse momento, alguém lhe cutucava o ombro. Ele abriu os olhos. "Chegamos Sr..." dizia a voz da sua secretária.
Era um sonho...
Mas ele ainda não recuperado do sono se perguntava que situação era aquela. Em que tempo acontecera aquilo. Mas não havia mais tempo para pensar nessas coisas, não naquele momento. Desceu do avião e com o restante do pessoal foi para o Hotel.

Escrito por pseudo poeta anônimo às 22h21
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Cap. 4 - A noite anterior e a viagem

Essa era a semana do ano mais esperada por todos na empresa. Uma semana de merecido descanso, hotel 5 estrelas com a praia Nordestina bem a frente. Ele preparou tudo e todos durante a tarde e combinara de todos estarem lá à meia-noite para irem ao aeroporto. Vôo noturno sim, porque não queria despesas para si próprio.

Chegou em casa para arrumar as malas e tirar um breve cochilo. Ao contrário da maioria dos homens, ele era extremamente organizado e metódico. As malas estavam perfeitas e muito bem arrumadas. E nelas havia decidido colocar pequenos presentes, de uma década ou mais, algo para quem sabe, cutucá-la a respeito. Apesar de não saber o que iria encontrar, já planejava alguns pequenos momentos, mas não sabia ao certo se queria vê-la por curiosidade ou porque sentia sua falta. E mesmo se sentisse, não admitiria...

Quase perdeu a hora depois de algumas cervejas e um belo cochilo. Seguiu, enfim, para a empresa e no horário certo [por ele mesmo pensado e programado] seguiram todos até embarcarem no avião. Em sua poltrona, esticou-se e dormiu. Os dias a seguir seriam muito proveitosos, pensava ele...

Escrito por pseudo poeta anônimo às 01h49
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Cap.3 - Os dias passam

Passaram algumas semanas com o mesmo ritmo de sempre. Nos dias seguintes, ele não deixaria mais sua cidade, passara quase todos os dias no escritório, e apesar de estar sempre pensando nela, procurou se dedicar ao trabalho. Seu orgulho era então mais forte que a vontade de procurá-la. Porém havia uma grande ocasião se aproximando, e os dois provavelmente se encontrariam. Suas empresas, de ramos diferentes, estariam reunidas com outras numa grande comemoração de uma multinacional à qual prestavam serviços.

Eram ambos bem-sucedidos. Mas ele se perguntava como ela estaria. Se solteira, se acompanhada, e se os anos passaram para ela da mesma forma que para ele. Era, sem dúvida, uma grande ocasião...

Escrito por pseudo poeta anônimo às 15h47
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Cap. 2 - De volta

Acordou no meio da madrugada. Tinha dormido cerca de seis horas, nada mais do que o costume. Sentiu vontade de fazer algo, embora não soubesse o que. Olhou novamente o relógio e se decidiu. E decidiu sair para lugar nenhum, e ao mesmo tempo, para todos os lugares.
Pegou o carro e passou pelos lugares agitados. Se inclinou e entrar e possivelmente encontrar amigos, mas sentiu que não era isso que queria naquele momento. Percorreu algumas praias para finalmente, parar na da própria casa. Uma volta que não servia de nada?.. Ele pensou... E percebeu que tudo o que podia fazer era pensar.
Andou descalço na areia, olhando ora para os lados ora para o mar. Viu ao longe alguns casais namorando e mais longe ainda, alguns baderneiros. Já tinha se acostumado a isso também.
Caminhou até as pedras, subiu na mais alta e ficou ali. Lembrando dos fatos, pensando no que era há uma década e no que havia se tornado. E cantando para si mesmo músicas daquela época. Ou seria para o mar?..

Deitado, viu o dia nascer. Era domingo, e o fim de semana de descanso estava no fim. Mas ele também já havia se acostumado a isso. O que o preocupava, ou intrigava, era aquele estranho sentimento de que devia procurar alguém. E ele conhecia muito bem essa pessoa. Ou melhor, conhecera. Agora os dois tinham vidas muito diferentes e não eram mais adolescentes. Porém, não se falaram durante todo esse tempo, exceção aos cartões de Aniversário e Natal, enviados por email...
Decidou voltar antes do planejado. Mas não antes de se despedir do mar, seu companheiro mais fiel esse tempo todo.

Mais tarde, em sua casa, recebeu um telefonema. Era sua empresa, e decidiu como tantas outras noites, ir dormir lá. Ou não dormir, pois levava tudo muito a sério. Mas, começava a se questionar se não seria sério demais.

Escrito por pseudo poeta anônimo às 21h55
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Cap. 1- Mais um dia?

Ele caminhou na areia quente, olhando as pessoas que já começavam a se organizar para não fazerem nada, apenas aproveitar o dia. Entrou no mar, e como poucas vezes se sentiu realmente livre e contente.
Caiu de propósito, deitou na prancha, aproveitou bem aquele tempo. Retornou para a casa para uma rápida ducha, pois tinha alguns amigos pra visitar na cidade. Novamente saiu.
Mas abandonou o carro na garagem, queria mesmo era sentir o chão embaixo dos pés. Usar um chinelo sem se preocupar com a rotina, mas, mal sabia ele, que aquele não era um dia de descanso comum.

Encontrou amigos que conhecera por ali, almoçou na casa de um deles. Andou a tarde toda e quase na hora do sol se pôr retornou à casa. O que fazer?.. A praia estava boa para tentar mais algumas ondas antes de anoitecer. Mas ele tinha pensamentos na cabeça, e pensamentos demais... Estava aos trinta anos, bem sucedido, porém solteiro. E sabia que suas escolhas no passado tinham determinado isso. Dúvidas pairavam na cabeça. E ele decidiu, ao menos naquele momento, relaxar.
Colocou um velho disco numa velha vitrola. Esta era herança de família e riqueza sem preço para ele, agora sem a enorme família que teve uma vez. Agora, sem os pais e tios, tinha apenas primos que por força do cotidiano corrido, via pouco.
A música lhe lembrava a infância. Aprendera a ouvir com os pais, ainda garoto, que sempre primaram pela educação e lhe passaram o fascínio pelas artes –tanto que seus passatempos sempre incluíam filmes, músicas, pinturas ou algo do gênero.
Mas agora ele sentia que isso já não bastava. A música, ou o filme preto e branco, não resgatavam o que ele queria. E ele entendeu então o que se passava em sua mente, pelo menos naquele momento. Buscou num canto do armário de seu quarto uma pequena caixa de sapatos. Os mesmos se encontravam guardados no closet. Era um presente devolvido, e naquele fim de semana completava dez anos daquilo.
Na caixa estavam recordações. Fotos do que um dia foi um casal. Cartões recebidos, e uma capa de cd com dedicatória. Aquele era um dos primeiros do gênero a ser lançado, na época em que o long play ainda era o mais preferido. Riqueza sim, mas novamente apenas sentimental.
As recordações eram muitas. Desceu ao subsolo, onde tinha uma pequena vinícola. Nada de muito luxuoso. Normalmente gostava de receber amigos ali. Pegou a garrafa de um dos melhores vinhos, sem ter sequer olhado o rótulo. Voltou ao terraço. Sentou ali no final da tarde e ficou por horas. Desistiu e voltou novamente para os discos e filmes velhos.

Escrito por pseudo poeta anônimo às 02h53
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Prólogo

Ele acordou com o sol no rosto. Não era o sol abafado por prédios da cidade grande. Estava, sim, em sua casa na praia, com a noção do tempo e lugar totalmente alteradas.
Olhou para o lado. Não havia ninguém em sua cama. Nada mais natural para um solteiro, ainda que nos seus trinta anos de idade. Levantou e após calçar o chinelo foi fazer um café. Vício de cidade grande também desce a serra...
Caminhando com o copo quente na mão, passou pela sala e chegou ao terraço da casa. Era sim uma casa imponente, numa praia limpa e disputada por todos. E ele tinha todo aquele espaço somente para ele, e ainda sim, apenas de vez em quando.
Do terraço olhou para o mar: o sol da manhã já era forte, e as ondas começavam a ficar altas, do seu agrado para surfar. Terminado o café, tomou um banho, ajeitou o que estava pelo caminho e andou pela curta descida que dava acesso à praia. Lá de baixo se avistava a casa, não uma mansão, mas um lar bonito e muito bem construído, o tipo ideal de moradia para aquele lugar.

Escrito por pseudo poeta anônimo às 15h01
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Outono

Outono, folha caída no chão
Chuva caindo, flor secando
Outono, vento frio que já chega
Ano que demora a passar...

Outono, folha seca
Chão molhado, flor de inverno abrindo
Outono, hora sol hora dilúvio
Já é quase um terço de ano

Outono, inverno, primavera e verão
Quando vemos já foi mais um ano
É Páscoa, aniversário e Natal novamente
Hora de renovar o coração!

Escrito por pseudo poeta anônimo às 14h25
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De volta à infância

É um sonho... Infelizmente
E nossos sonhos são cada vez mais altos
Distantes da nossa realidade

Somos seres humanos infelizes...
Presos ao trabalho, ao estudo, à rotina massacrante
Arranjamos artifícios pra nos distrairmos
Mas como tudo na vida, perde a graça

Seria melhor voltar pra infância
No tempo que tudo era melhor
[E nós, ingênuos, queríamos crescer]
Não seria melhor ser feliz de novo?

Hoje tudo nos sufoca
Não há mais tempo pra nós mesmos
Não há mais espaço para nós mesmos
E hoje, infelizmente
Tudo o que se cria e inventa para nos distrair
É pura ilusão, disfarce de um mundo cruel

Culpa de quem?..
Do homem, que inventou o tempo?..
De Deus, que inventou o homem?..
Não, esse não... O culpado de tudo mesmo é o homem
Somos nós mesmos

Fracos seres humanos que de humanos não têm nada
Somos apenas carne à espera do próprio túmulo
Somos insensíveis corpos andantes
E ainda precisamos evoluir muito
Pra sermos chamados de humanos

Escrito por pseudo poeta anônimo às 19h29
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À Moda Antiga

Eu sou assim
Nascido na primeira metade dos anos 80
De família rica, mas não de riqueza material
Ah sim... Amo minha família e à todos, principalmente os mais próximos
Devo tudo o que sou hoje e ainda serei
De amigos maravilhosos. Dos mais recentes aos antigos
Mesmo eu não sendo muito de falar
Paradoxal, às vezes anti-social [mas de bom coração, garanto]
De gostos carregados de saudosismos
Sim, saudosista, e o que há de errado?..
Afinal é no passado que devemos nos espelhar pra construir o futuro
Um futuro melhor, que ainda sonho eu, será mais honesto e justo
Admirador de desenhos. Dos antigos, os quais me remetem à infância
Aos mais novos, que posso acompanhar já mais amadurecido
De infância maravilhosa. Do tempo de brincar na rua
Não perco um bom filme. Geralmente, e cada vez mais, dos antigos
Sim, preto e branco, blanc et noir... Tempos melhores e mais românticos
Romântico, sim, não há nada de mal não é?..
Apaixonado por países, línguas estrangeiras, novos povos e culturas
E claro, novos amigos de lugares diferentes, por que não?..
Não vivo sem música. De vários estilos, da balada lenta ao eletrônico fervilhante
Sem preconceitos [temos que tentar não é?!]
Adoro praia, adoro montanha, adoro Sampa, e adoro cidade pequena também
Ainda vou aprender a surfar. Enquanto isso, curto a natureza
Sim, Ambientalista. Amante do verde, das paisagens, principalmente do Brasil
À moda antiga, respeitoso com todos. Me aprecia ser cortês
Admirador das mulheres. Admirador de sua força, coragem e beleza
Seja ela qual for, sempre existe numa mulher
Não muito estudioso infelizmente. Mas as coisas podem mudar se a gente quiser
Isso, otimista. Não faz mal a ninguém certo?..
Amante da noite. Amante do dia. Cruel é não poder contemplá-los completamente
Amante do sol. Sai pra lá frio, gosto é de usar bermuda e camiseta
Gosto de terno e gravata também
E de sair, e de ficar no meu canto também
Enfim, eu sou assim...
Chegou até aqui?.. Então não devo ser tão difícil certo?!

Escrito por pseudo poeta anônimo às 15h26
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